Estamos ou não estamos à venda?

“Não citarás o nome de Bertold Brecht em vão”: este deveria ser um mandamento respeitadíssimo entre todos aqueles que trabalham com as artes cênicas. O grande encenador e dramaturgo alemão (1898-1956) se tornou desculpa ou justificativa para peças, textos e procedimentos que não têm nada Continue lendo →

Teatro, essa arte movediça

“Coração mistura amores. Tudo cabe”, escreveu Guimarães Rosa em Grande Sertão: Veredas. Ah, e como cabe. Concordo com Rosa, e concordo sempre um pouquinho mais por experimentar essa mistura no cotidiano, à moda de Antoine Doinel (o célebre personagem do cineasta francês François Truffaut). Em Continue lendo →