Teatro, essa arte movediça

“Coração mistura amores. Tudo cabe”, escreveu Guimarães Rosa em Grande Sertão: Veredas. Ah, e como cabe. Concordo com Rosa, e concordo sempre um pouquinho mais por experimentar essa mistura no cotidiano, à moda de Antoine Doinel (o célebre personagem do cineasta francês François Truffaut). Em Continue lendo →

Do baú de recordações: a vida e seus mistérios

Remexendo em papéis antigos, encontrei o programa de uma peça a que assisti em dezembro de 2009, quando estive por uns meses na Itália, aprendendo o idioma, visitando amigos e revisitando raízes: Il Vangelo Secondo Pilato, do francês Eric-Emmanuel Schmitt, com direção de Glauco Mauri. Continue lendo →